Os pequenos "bunkers" para instalar armas anti-aéreas ligeiras, como metralhadoras pesadas ou canhões de pequeno calibre, eram uma presença comum na maioria das bases aéreas, sobretudo na fase incial da guerra, altura em que o sistema de radar era menos eficaz e o risco de ataque por parte da aviação inimiga estava presente.
Com a melhoria dos sistemas de detecção, várias das armas instaladas neste tipo de fortificação foram sendo removidas e enviadas para zonas mais próximas da frente de combate, mas as estruturas ficaram, pelo que, mesmo que desactivadas, a sua presença foi uma constante.
Estas pequenas fortificações, destinadas a armas de pequeno calibre, eram bastante simplificadas, consistindo, na sua maioria, numa simples parede com alguma espessura, com perto de metro e meio de altura, normalmente com uma passagem estreita para o interior, que podia estar protegida por uma parede de reforço, destinada a impedir linha de tiro para o interior.
Naturalmente, dependendo do tipo de arma, as dimensões variavam, mas 4 a 5 metros de largura para a plataforma interior é uma medida aceitável para este tipo de abrigo, podendo o solo ter tábuas de madeira, para facilitar o escoamento de água, e sendo raro que estivessem presentes locais para armazenamento de munições ou controle de tiro.
Cortamos um quadrado com 7 centímetros de lado a partir de uma folha de plástico de 1 milímetro de espessura, tendo efectuado marcações no 2ª e 5º centímetro de cada lado, dando origem aos pontos de corte, que deram origem ao héxagono que nos propunhamos obter.
É de notar que a área recortada será utilizada como base, pelo que deve ser guardada, e que se deve, num dos lados, cortar uma pequena abertura, de perto de 1 centímetro, que será o acesso ao interior da fortificação, podendo-se acrescentar uma peça em "L" junto do acesso que dará origem à protecção desta ou adicionar um obstáculo no exterior.

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